Popular Photography (Pop Photo) 2014


Todo ano acontecem várias premiações de equipamentos fotográficos que se destacam e estas listas terminam servindo como ótimos guias de compra e referência já que não há nada mais seguro do que a mídia especializada indicando equipamentos, como os prêmios TIPA e EISA. Nesta matéria temos alguns dos equipamentos premiados pela conceituada revista norte-americana Popular Photography (Pop Photo).

Leica M (Typ 240) – Citada pela revista como a melhor câmera de telêmetro digital já feita pela Leica, e também a primeira câmera da série M a fazer vídeos. Apesar de ter sido lançada em 2012 foi incluída na lista deste ano.
Sigma 50mm f/1.4 Art – Um dos maiores expoentes da nova fase das lentes Sigma, pelo que é capaz de fazer torna-se um ótimo custo-benefício. Qualidade acima de tudo.
Nikon D4s – Uma das mais completas e de maior desempenho câmeras DSLR já lançadas em todos os tempos. A Nikon acertou em cheio neste modelo privilegiando o modo contínuo de 11fps e fazendo vídeos Full HD com taxa de 60fps, sem falar na primorosa qualidade de imagem.
Nikkor 58mm f/1.4G – Objetiva que se destaca pela nitidez e um anel de foco muito suave, ideal para quem faz vídeos.

16 300mm 550x361 450x295 Prêmio Pop Photo 2014
Tamron 16-300mm

Tamron 16-300mm f/3.5-6.3 Di II VC PZD Macro – Talvez seja a mais versátil lente já lançada até hoje, indo de grande angular até supertele com qualidade de imagem acima da média nas lentes dete tipo quando usada em seus ângulos mais largos.
Sony A7S – Uma das primeiras mirrorless full frame da história é também uma das mais impressionantes câmeras lançadas neste ano, com uma resolução relativamente baixa e uma sensibilidade fora do comum foi concebida principalmente para videomakers.
Mylio – Seu nome é uma abreviatura da frase “My Life Is Organizated (Minha vida é organizada)” e isso já diz tudo sobre este serviço. A intenção é organizar suas imagens em vários dispositivos diferentes agilizando seu fluxo de trabalho.
Pentax 645Z – Em um ano de muitos lançamentos de câmeras de médio-formato, o destaque por conta desta Pentax fica ainda maior. É uma câmera que tenta unir, com sucesso, recursos normalmente usados em DSLR e um robusto corpo (e sensor) de médio-formato.

Metz Mecablitz 64 AF 1 Prêmio Pop Photo 2014
Metz 64 AF-1

Metz Mecablitz 64 AF-1 – A “Leica dos flashes” lançou seu equipamento top de linha para vários sistemas incluindo o mirrorless Micro 4/3, além dos sistemas DSLR mais conhecidos, e conta com um pequeno flash secundário auxiliar além da luz principal.
Tokina 70-200mm f/4 AT-X Pro FX VCM – Esta objetiva chama atenção por ser a primeira da Tokina a contar com estabilização de imagem e ainda possui um autofoco bastante rápido e silencioso.
Panasonic Lumix GH4 – Outro primor de câmera mirrorless com enfoque especial nos vídeos. Profissionais da área terão com ela um equipamento completo com todas as conexões necessárias e vídeos em resolução 4K com qualidade de imagem sensacional.
Filtros Hoya EVO Antiestática – Estes filtros possuem, além da conhecida qualidade Hoya, a propriedade de repelir poeira, água e é protegida até contra arranhões.
Zeiss Otus 55mm e 85mm f/1.4 – Talvez as objetivas de melhor qualidade de imagem atualmente no mundo. Muito caras, mas são as melhores opções em objetivas fixas para usuários Canon e Nikon atualmente.

FUJINON LENS XF56mmF1.2 R  450x414 Prêmio Pop Photo 2014
Fujinon 56mm f/1.2R

Fujiinon 56mm f/1.2R – Esta era a melhor companheira para as mirrorless Fuji, a mais clara de todas e com ótima nitidez. Era a melhor porque já foi lançada uma versão APD desta objetiva que é melhor ainda.
Canon EF 16-35mm f/4L IS USM – Uma das objetivas mais queridas dos usuários Canon teve agora sua segunda versão sendo a primeira grande angular da série L a possui estabilizador de imagem, em troca perde-se um ponto de abertura mas a qualidade de imagem segue o padrão L da Canon.
Fuji X-T1 – Esta foi a câmera que consolidou o sistema X da Fuji como sendo, talvez, a melhor alternativa às DSLR. Poderão conhecê-la um pouco melhor vendo o primeiro unboxing aqui do DG.
Samsung 16-50mm f/2.0-2.8 S ED OIS – É a primeira objetiva da nova série S da Samsung que possui vidros de maior qualidade e é a objetiva de kit mais clara que existe, nenhum outro sistema possui objetiva mais clara do que esta quando vendidas em conjunto com alguma câmera.

Nikon Df Gold Edition


É a mesma velha (nem tanto) e boa (demais) Nikon Df mas com detalhes dourados em seu corpo, a Nikon Df Gold Edition surgiu para celebrar um ano desta DSLR Full frame que foge um pouco dos padrões estéticos atuais e também dos padrões técnicos já que é uma das poucas câmeras digitais atuais que não fazem vídeos. 

É uma câmera com visual muito mais elegante do que a espalhafatosa e até de mau gosto Nikon Df banhada a ouro feita pela empresa de artigos de luxo Brikk. 

A Nikon Df Gold Edition possui exatamente as mesmas especificações da sua versão original, com o aclamado sensor de quadro cheio de 16.2 megapixels lançado originalmente na Nikon D4, está limitada a 1600 unidades e foi lançada apenas no Japão. 

A edição especial da objetiva 50mm f/1.8G inclusa no kit (é a mesma objetiva inclusa no kit da Nikon Df original) também possui detalhes dourados. Uma novidade nesta câmera é a inclusão do botão de disparo suave AR-11G, uma versão dourada do já existente AR-11 que pode ser atachado no botão. Esta edição limitada da Nikon Df começará a ser enviada a partir de dezembro e o preço do corpo foi estipulado em 313.200 ienes (aproximadamente 2670 dólares/2135 euros) e o kit com a objetiva 50mm f/1.8G em 334.800 ienes (aproximadamente 2850 dólares/2280 euros).

A fotografia infantil deve ser casual ?


Para assim tentar entender sobre a lei da causalidade ou o acaso na fotografia, tomo como base elementos da psicanálise, e da associação livre, criada por Freud para analisar seus pacientes, sendo que deita-se no divã e fala o que vier a cabeça sem uma ordenação tão lógica, ou seja, sem um direcionamento, o paciente fala o que quer, no sentido de se descobrir, e o psicanalista faz as intervenções necessárias. 

O método ainda continua sendo utilizado. Levando este pensamento para a fotografia, tomo como base o não direcionamento rígido do fotógrafo por parte de seus fotografados, dar suporte, sim, direcionar rigidamente não. 

Proporcionar dicas para a pessoa fotografada se portar é algo, tratá-la como um boneco pedindo poses antiquadas é totalmente diferente, isso pode se enquadrar numa relação de poder. Infelizmente é de se perceber que em grande parte das fotografias direcionadas ao público infantil há o estigma de poses forçadas e uma incansável repetição de clichês, acontece também das crianças serem tratadas como mini adultos. 

Lembrando que pedir pose para um bebê é impossível, resta deixá-lo tranquilo, alegre e seguro. A fotografia infantil é a área que mais me atrai, pois fotografar crianças/bebês nem sempre é uma certeza, é uma tentativa, fotografar adultos é uma tentativa, mas pode ser uma certeza. 

Várias crianças já dizem: Não quero tirar foto! A um nível mais profundo ela não diz bem isso, mas sim: Não fui com a sua cara ainda, não estou a vontade para que tire fotos de mim! Resta o fotógrafo intervir, forçar uma relação amigável, bem diferente da relação de chantagista, mas sim de amigo, de uma pessoa que ouve, esteja aberta, respeite e dê sorrisos. A criança merece proteção e entre outros fatores. 

Na fotografia deve haver uma troca, sou fotógrafo, você é o fotografado, existe uma diferença, ela não é para mais e nem para menos, não há dominador e nem dominado, mas sim pessoas, sujeitos de sua própria existência. 

Voltando aos elementos psicanalíticos, para uma breve comparação, o psicanalista em seu consultório fica a cargo da intimidade privada, e o fotógrafo no “estúdio” fica a cargo da intimidade compartilhada. 

Rembrando que existem elementos semelhantes e opostos.

10 bizarras fotografias científicas do século 19

Todas as fotografias do século 19 são estranhas, mas essas ganham. Quando a fotografia entrou em cena na década de 1830, os cientistas perceberam que ela poderia ajudar a revelar os segredos dos mundos invisíveis de bactérias microscópicas e galáxias distantes.

Alguns acreditavam que a câmera poderia ir ainda mais longe, e a imagem de uma superfície por si só poderia descobrir informações sobre o funcionamento interno do corpoe da mente, até o momento da morte.

Além de fotos post-mortem e de supostos espíritos, as fotografias mais extremas do século 19 foram feitas por cientistas que fizeram perguntas sérias sobre a natureza da existência. Normalmente, isso significou muito mais do que colocar uma câmera na frente de um sujeito. Esses cientistas muitas vezes tiveram que projetar e construir seu próprio equipamento para tirar fotos que outros consideravam tecnicamente impossíveis. Às vezes, os resultados forneceram informações valiosas, em outros casos, a câmera mostrou-se mais importante do que as imagens produzidas.

10. Guillaume Duchenne – Experimento de fisiologia


Em 1862, o neurologista francês Guillaume Duchenne queria testar a teoria popular de que o rosto estava diretamente ligado à alma. Ele já tinha feito estudos aplicando choques elétricos a músculos danificados de pacientes e raciocinou que, se pudesse aplicar correntes elétricas no rosto de um sujeito, poderia estimular os músculos e fotografar os resultados. Um problema era que, embora fosse fácil ativar respostas físicas com choques elétricos, a maioria das pessoas relaxava imediatamente após o choque passar, muito rapidamente para uma câmera registrar toda a ação.

Um dos pacientes no hospital onde Duchenne trabalhava era um sapateiro que sofria de paralisia de Bell. Uma das manifestações dessa doença é paralisia facial, o que significava que o sapateiro manteria sua expressão por alguns minutos depois de receber o tratamento de eletrochoque, tempo suficiente para o fotógrafo registrá-la.

Duchenne submeteu o sapateiro a mais de 100 sessões, aplicando eletrodos a várias partes de seu rosto para extrair a gama de emoções. Os resultados foram publicados no períodico Mecanismo da Fisionomia Humana (Mecanisme de la physionomie Humaine). Se as fotografias parecem horríveis, só podemos imaginar o que o pobre sapateiro sentiu. Ainda assim, algo de bom surgiu dos experimentos. Duchenne foi capaz de determinar que, quando uma pessoa expressa um sorriso genuíno, músculos específicos são ativados. Na fisiologia, o sorriso autêntico é chamado de sorriso Duchenne. Pessoas que não usam esses músculos quando sorriem podem mostrar sintomas de sociopatia.

9. Albert Londe – Paciente de histeria

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Na segunda metade do século 19, uma epidemia de histeria varreu a Europa e América. As mulheres, em particular, sofreram com paralisia, não tinham energia para sair da cama ou se queixavam de obstruções em suas gargantas. No Hospital Salpêtrière, em Paris, Jean-Martin Charcot, um ex-aluno de Duchenne, começou a procurar uma explicação para a doença. Ele fez dois grandes avanços. Primeiro, descobriu que a condição era ligada a um trauma no passado, e depois, que homens também sofriam com a condição. Seu aluno, Sigmund Freud, levaria suas pesquisas adiante.

Em 1878, o químico Albert Londe foi contratado como fotógrafo médico no Salpêtrière e começou a trabalhar em estreita colaboração com Charcot. Um de seus projetos era fotografar pacientes submetidos a crises histéricas, para ver se havia uma ligação entre as convulsões e a expressão facial. Para fotografar o ciclo de uma convulsão, Londe inventou uma câmera cronofotográfica. O primeiro modelo tinha nove lentes, mais tarde doze, e uma corrente ativada por metrônomo as acionava. Com essas câmeras, ele foi capaz de gravar as convulsões anos antes do conceito “filme” existir. No final, Charcot decidiu que a fotografia não o estava ajudando a chegar mais perto de uma solução, e parou de usá-la. Londe, mais tarde, obteve crédito como um dos pioneiros da cinematografia.

8. Étienne-Jules Marey – Cronofotografia

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Colaborador ocasional de Londe, Marey inventou alguns instrumentos médicos importantes, incluindo um esfigmógrafo altamente preciso para gravação de pulsações. Também foi um dos pioneiros na pesquisa da aviação, e os irmãos Wright reconheceram ter uma dívida com ele. Marey é mais conhecido, no entanto, por suas cronofotografias. Ele prendia pequenos globos de luz aos corpos dos sujeitos e os fotografava contra um fundo escuro.

No entanto, ele não achava que suas imagens eram importantes. Dois anos antes de Eadweard Muybridge produzir sua famosa sequência de um cavalo trotando, Marey já havia gravado a marcha de um cavalo, mas ele transferiu seus resultados em um gráfico de barras que precisava de algum conhecimento para ser lido. Quando ele viu as fotografias de Muybridge em uma revista, ele percebeu que qualquer um podia compreender aquela informação em si. Ele era muito mais experimental do que Muybridge. Algumas das suas câmaras eram aparatos multiclientes como as de Londe, outras eram capazes de expor várias imagens na mesma placa. Uma de suas câmeras era um rifle que ele usou para fotografar sequências de pássaros em voo.

7. Louis Darget e Edouard Baraduc – Fotografia de pensamentos

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Baraduc e Darget queriam fotografar pensamentos. Na época, isso não soava tão fraudulento quanto possa parecer hoje. A invenção recente de raios-X mostrava que os ossos podiam ser fotografados, e havia especulações de que o pensamento criava uma forma de impulso elétrico. Num período em que tudo parecia possível, certamente era apenas uma questão de encaixar as peças de um quebra-cabeças para os experimentadores. Entre suas experiências, eles tentaram colocar um pedaço de filme na testa de um sujeito e uma bobina de indução entre ele e uma câmera na esperança de que pulsos de alta tensão “formassem” alguma coisa. Embora ambos fossem sinceros, os resultados não podiam ser interpretados além de meras tochas de luz.

Em 1909, Baraduc sentou-se ao lado da cama de sua esposa enquanto ela morria, como qualquer marido decente faria. Mas essa partilha de momentos finais juntos não foi totalmente por amor. No momento em que ela começou a falecer, ele apertou o obturador de sua câmera, para ver se era possível capturar “éter [de uma alma] partindo” em câmara.

6. Jakob von Narkiewitsch-Jodko – Eletrografia

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O título completo desta fotografia é “Uma centelha capturada na superfície do corpo de uma prostituta bem lavada” (numa tradução livre do inglês). Em 1889, o médico polonês Narkiewitsch-Jodko deu uma demonstração na Rússia do que ele chamava eletrografia. Basicamente, ele estava usando o mesmo princípio que Darget e Baraduc, colocando uma bobina de indução ao lado de uma placa fotográfica e pedindo que voluntários pressionassem parte de seu corpo contra a placa. O pulso eletromagnético intenso deixava uma silhueta sombria cercado por raios de luz. Ao contrário dos cientistas franceses, ele não estava atrás de algo tão abstrato quanto um pensamento. Como médico, ele queria saber o que essas auras indicavam sobre a saúde física da pessoa. Ele fotografou anêmicos, crianças e adultos saudáveis, e prostitutas. A partir de suas pesquisas, ele descobriu que as pessoas doentes emitiam energia mais fraca do que indivíduos saudáveis. O processo usado pelo polonês é conhecido hoje como fotografia Kirlian, mas sua associação com devotos paranormais levou muitos a rejeitá-la. A eletrografia foi levada a sério na época de Narkiewitsch-Jodko, mas a descoberta do raio-X alguns anos mais tarde provou ser muito mais impressionante. Eletrografias podiam indicar que um paciente tinha um problema, mas os raios-X podiam localizá-lo.

5. Louis Ducos Hauron – Fotografia anamórfica

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Durante os primeiros anos da fotografia, coisas hoje comuns eram enigmas científicos e filosóficos. Como, por exemplo, o fato de que, em uma única foto, alguém próximo da lente era reduzido a um borrão enquanto alguém no fundo distante podia ser congelado com nitidez. Diz-se que Oliver Wendell Holmes, que inventou o estereógrafo, costumava sentar-se em sua mesa e examinar essas fotos através de uma lupa, perguntando se havia um mistério da natureza em ação. Lentes normais capturavam apenas entre 40 e 60 graus de ângulo de visão, enquanto a maioria das pessoas enxerga perto de 180 graus. Por que era tão difícil processar o campo de visão normal em uma câmera sem distorcer a imagem?

Peça a qualquer um para citar dez grandes pioneiros da fotografia e eles provavelmente não vão mencionar Louis Ducos Hauron, o que é uma pena. Em 1868, ele inventou o anáglifo (uma imagem ou formatada de maneira especial para fornecer um efeito tridimensional estereoscópico quando visto com um óculos de duas cores) que produzia um efeito 3D quando usado através de lentes vermelhas e azuis – o que provavelmente é familiar para todos nós hoje.

Seus autorretratos anamórficos foram alguns dos resultados de suas pesquisas. Na década de 1880, ele criou lentes que produziam imagens distorcidas, a menos que o observador olhasse para elas a partir do ângulo correto. Claro que a ideia nunca seria popular com o público fotográfico, mas isso não importa. Ele nos deu o que nós precisávamos saber.

4. Militares americanos – Cabeça de mula explodindo

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Em 1870, Charles Bennett tinha descoberto que, quando gelatina era aquecida ao longo de vários dias, “amadurecia” e um dos resultados era emulsão que podia reduzir a velocidade do obturador para frações de segundo. As possibilidades que isso oferecia eram estupendas, especialmente para os militares, que sempre foram interessados em novas tecnologias. Em 1881, o tenente-coronel Henry Abbott encomendou um teste de filme de emulsão de gelatina em Willets Point, Nova York (EUA). Ele estava no comando de uma base militar com centenas de soldados à sua disposição. Para testar uma câmera de alta velocidade, uma fotografia de um homem correndo ou até mesmo fazendo cambalhotas seria impressionante. Em vez disso, várias bananas de dinamite foram amarradas à cabeça de uma mula. No momento em que a dinamite explodiu, o obturador da câmera disparou a 1/250 de um segundo.

3. Thomas Skaife – Bola de canhão em erupção

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Esse item pode não parecer particularmente estranho, mas sendo uma fotografia de 1858, temos que levar em consideração que as pessoas ainda tinha que ficar paradas por até um minuto para tirar uma foto. No entanto, Thomas Skaife conseguiu fotografar uma bola de canhão em erupção. Além do mais, ele fez isso com uma câmera que construiu em casa. Ele alcançou esse feito anexando um fio fino sobre a boca do canhão, por sua vez anexado a um relógio elétrico, ligado à câmera. Quando a bola bateu no fio, quebrou o contato, desencadeando o obturador. Skaife tirou várias fotos naquele dia, mas esta é uma das poucas que sobreviveram. O que o impressionou, contudo, não foi ter conseguido fotografar algo tão completamente espantoso quanto uma bola de canhão em voo, mas que em todas as fotos desse dia um rosto parecia aparecer na fumaça – e só podia ser capturado em filme, não visto a olho nu.

2. Francis Galton – Retratos compostos

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Galton era primo de Charles Darwin e também poderia ter alcançado grandes patamares da ciência, mas sua curiosidade o levou por caminhos estranhos. Ele é creditado com a invenção do primeiro mapa do clima mostrando pressão barométrica. Também ajudou a tornar impressões digitais uma parte essencial da criminologia. Por fim, inventou o termo “eugenia” e, enquanto alguns pensam em Galton como um excêntrico, outros o consideram o padrinho do nazismo.

Durante a década de 1880, ele ficou obcecado com a ideia de que raças e tipos tinham características faciais específicas. Galton achava que, se pudesse diminuir essas características até uma “essência”, por assim dizer, poderíamos entender muito mais sobre a natureza humana. Como parte de suas experiências, ele começou a construir retratos compostos – fotografava pessoas em grupo e misturava os retratos em um único rosto. O Diretor-Geral das Prisões na Inglaterra, Edmund du Cane, emprestou-lhe um grande lote de retratos de condenados para que ele realizasse seus estudos. Seu trabalho sobre raças é especialmente notório. Ele caminhava pelo bairro judeu de Londres, Whitechapel, buscando famílias, e estava convencido de que o tipo judaico era de pele escura, cabelo escuro e nariz grande. Se uma família não tinha uma dessas características, era excluída.

1. Alphonse Bertillon – Antropometria

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Bertillon é famoso por seu método de antropometria judicial, conhecido como sistema Bertillon, usado para medir as características físicas de criminosos. Como Galton, ele também estava interessado em características genéticas, mas não era tão preocupado com inteligência ou personalidade. Logo após seu sistema o tornar famoso, ele começou a se perguntar se havia características físicas únicas para regiões francesas. Havia algo como um nariz normando ou olhos alsacianos? E se houvesse, seria possível, eventualmente, olhar para alguém e identificar imediatamente o seu patrimônio genético? Para realizar seus experimentos de forma adequada, Bertillon tinha que fotografar milhares de partes do corpo, e em seguida assumir que, se um determinado recurso aparecia frequentemente em uma região, devia ser o protótipo. Parece loucura, mas muita gente concordou com ele na época.

Durante o julgamento de Alfred Dreyfus em 1890, Bertillon depôs como um perito da acusação. A fim de provar que a escrita em um documento pertencia a Dreyfus, Bertillon criou um aparelho elaborado no tribunal, mas que demorou tanto tempo para ser montado que os espectadores começaram a zombar dele, e o juiz o expulsou. Sua reputação foi destruída depois disso.

Fotógrafo transforma grávidas em “sereias” em ensaios debaixo d’água


“Estou revelando as sereias que existem em minhas clientes grávidas”, diz o americano Adam Opris, que vem inovando ao clicar mulheres em poses leves sob a água.

O fotógrafo americano Adam Opris, 31, vive na Flórida e vem inovando o mercado de fotografia para grávidas ao trocar os tradicionais cenários montados em estúdio por um mais inusual: debaixo d’água. “Eu sempre fui criado perto do mar e tenho um amor genuíno por água. Me lembro de crescer vendo lindas fotos de animais e corais, e acabei me inspirando para realizar este trabalho. Então pensei: por que não trazer meus clientes para este universo?”, contou ele em entrevista por e-mail à Marie Claire.

Há cerca de um ano e meio, o fotógrafo clica suas grávidas em ambientes aquáticos.Vestidas em longos vestidos, às vezes sozinhas ou acompanhadas dos maridos, as mulheres são flagradas em poses leves, impossíveis de serem reproduzidas fora da água. “Dependendo do estilo que desejamos criar, fotografo as grávidas de noite ou de dia”, diz.

Mulheres grávidas são fotografadas debaixo d`água em projeto do fotógrafo (Foto: Divulgação)
Opris, que já fotografava casamentos e grávidas, afirma que pesquisou sobre a segurança de suas clientes antes de fazer o primeiro ensaio: “O que mais importa é a segurança da mãe e do bebê. Para fazermos as fotos de maneira tranquila e segura, as grávidas seguram a respiração de 4 a 5 segundos, no máximo. Desta maneira, elas não se cansam e o oxigênio pode fluir normalmente sem prejudicar o bebê”, disse.

Mulheres grávidas são fotografadas debaixo d`água em projeto do fotógrafo (Foto: Divulgação)

O fotógrafo afirma já ter feito cerca de 20 ensaios debaixo d`água, que duram até uma hora e meia. “Descobri que estar na água não só é seguro, quando feito da maneira certa, mas também recomendável às mulheres grávidas, já que alivia o estresse das costas e articulações”. Inicialmente tímidas, segundo Opris, as clientes acabam ficando mais calmas ao ensiná-las posições para posar dentro d`água. “Estou revelando as sereias que existem em minhas clientes grávidas”, brinca.

Mulheres grávidas são fotografadas debaixo d`água em projeto do fotógrafo (Foto: Divulgação)
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Mulheres grávidas são fotografadas debaixo d`água em projeto do fotógrafo (Foto: Divulgação)
Mulheres grávidas são fotografadas debaixo d`água em projeto do fotógrafo (Foto: Divulgação)
Mulheres grávidas são fotografadas debaixo d`água em projeto do fotógrafo (Foto: Divulgação)
Mulheres grávidas são fotografadas debaixo d`água em projeto do fotógrafo (Foto: Divulgação)
Mulheres grávidas são fotografadas debaixo d`água em projeto do fotógrafo (Foto: Divulgação)

Rio de Janeiro é a capital da fotografia em novembro


Entre os dias 18 e 28 de novembro, a cidade maravilha recebe dois eventos internacionais de fotografia, o Photo Family e o Photo Elite, ambos realizados pela Escola de Imagem, maior instituição de ensino do segmento da América Latina. 

Segundo Vinícius Matos, diretor da escola e um dos fotógrafos de casamento mais conceituados da atualidade, tanto o Photo Family quanto o Photo Elite tem o proposito de levar conhecimento, troca de informações e tendências para os participantes, sendo excelente fonte de network. “A Escola de Imagem tem 12 anos de mercado e os workshops em sua terceira edição. Estamos muito felizes, pois, em dezembro, celebramos dois anos de nossa filial carioca. Para comemorar esses 24 meses de sucesso, traremos os eventos em 2014 para os profissionais do Rio de Janeiro e de todo o Brasil”, conta Vinicius. 

Com o mercado de fotografia de família e crianças em alta e com grandes inovações, o Photo Family tem foco neste segmento. Entre os dias 18 e 21 de novembro, serão debatidos temas como: a fotografia de criança e newborn; pós-produção na fotografia de família; festas infantis; encantar famílias; o papel do fotógrafo na vida das famílias que fotografa, e muito mais.

Em quatro dias de encontro, os fotógrafos cariocas poderão aprender mais sobre esse estilo de fotografia com grandes mestres nacionais e internacionais, como, as americanas Erin Tole e Kirsten Lewis; e os brasileiros Henrique Ribas, Maurício Messa e Giselle Sauer.

Para aperfeiçoar e preparar profissionais da área da fotografia de casamento, a Escola de Imagem realiza mais uma edição do workshop internacional Photo Elite. O evento, que tem conceito inédito no país e foca na troca de informação sobre mercado e técnicas da fotografia de casamento, será realizado entre os dias 24 e 28 de novembro. Ao todo, serão cinco dias de programação intensa para os profissionais participantes, com palestras de fotógrafos conceituados e mundialmente reconhecidos. 

Já confirmaram presença o fotografo francês Franck Boutonnet, que vai falar sobrestorytelling e fotografia documental; o nicaraguano Mauricio Arias, que aborda o processo criativo; o polonês Bartosz Jastal que debate sobre retrato, iluminação e pós-produção; o americano Greg Gibson que trata sobre fotojornalismo e momento de decisão; e o também americano Jeff Newsom, que finaliza o evento abordando sobre empreendedorismo e fotografia.

Bryan Adams inaugura exposição de fotografia em Cascais


O músico canadiano Bryan Adams inaugurará no dia 14 uma exposição de fotografia no Centro Cultural de Cascais, que inclui retratos de alguns portugueses, entre os quais o treinador José Mourinho e as fadistas Ana Moura e Carminho.

Fonte da organização explicou à agência Lusa que Bryan Adams estará em Cascais - onde viveu quando era mais novo - para a inauguração oficial da exposição "Exposed", que reúne uma centena de retratos a personalidades do entretenimento, da cultura e da moda.

O treinador José Mourinho e as fadistas Gisela João, Ana Moura, Aldina Duarte, Cuca Roseta e Carminho juntam-se a uma galeria de retratados que inclui, por exemplo, Mick Jagger, Morrissey, Amy Winehouse, Michael Jackson e Judi Dench.

A exposição é feita a partir de "Exposed", o primeiro livro de fotografias de Bryan Adams, publicado em 2012 pela editora alemã Steidl.

Com curadoria de Anke Degenhard e Matt Humphrey, a mostra estará no Centro Cultural de Cascais até 01 de fevereiro.

Bryan Adams, que já expõe desde finais dos anos 1990 e assina produções fotográficas de moda, estará em Portugal numa altura em que acaba de editar o álbum "Tracks of my years".

O disco, editado na segunda-feira, é feito sobretudo de versões - "Lay lady lay", de Bob Dylan, ou "Any time at all", dos Beatles - às quais juntou o inédito "She knows me".

Apesar de estar em digressão pela Europa até ao final do ano, o músico não tem qualquer concerto agendado para Portugal.

O último concerto de Bryan Adams em Portugal foi em 2012, no festival Rock in Rio Lisboa.

Você não acreditará que essas 11 fotos foram tiradas com smartphones

O que faz um bom fotógrafo é a qualidade do equipamento ou a habilidade do mesmo, combinado com o momento certo? Com certeza a segunda opção. É claro que para isso, é sempre vantajoso ter um bom equipamento em mãos. Porém, isso não quer dizer que coisas ótimas não possam ser feitas com câmeras de smartphones.

Uma forte evidência disso publicamos as melhores fotos tiradas com smartphones pelos leitores do TudoCelular.com. É comum vermos por lá fotos de altíssima qualidade.Também fizemos um teste com diversos dispositivos diferentes para ver quais fotos os leitores achavam melhor ao votar nas suas preferidas sem saber quais smartphones foram usados . Os resultados foram um tanto quanto surpreendentes.

Tanto que, cada vez maior é o investimento das fabricantes nessa área. A Nokia talvez seja o melhor exemplo disso, tendo colocado 41 megapixels na câmera do Lumia 1020. É claro que a quantidade de megapixels não é tudo, mas serve bem para ilustrar o fenômeno.

Pensando nisso, listamos algumas fotos incríveis que você provavelmente não adivinharia que foram feitas usando câmeras de smartphones.

1. Vencedora do iPhone Photography Awards 2013 - Por Kim Hanskamp



2. Tirada com um Nokia Lumia 1020 - Por Ahmed Alamiry


3. Tirada com um HTC Rezound - Por Randy Gibson


4. Tirada com um iPhone 4 - Por Eric Chumachenco


5. Tirada com um iPhone 4 - Por Jasohill


6. Tirada com um Samsung Galaxy Nexus - Por Joe Pham


7. Tirada com um iPhone 4S - Por Alexander Kesselaar


8. Tirada com um Nexus 4 - Por Tom Nauw


9. Tirada com um Nokia Lumia 1020 - Por Luigi Alesi


10. Tirada com um Galaxy S II - Por Darren Harmon


11. Tirada com um Nexus 4 - Por Plolock

Marilyn Monroe e D.Telma' do Ceará dialogam sobre o 'Mito. Telma Saraiva em uma autofoto decorada.

Numa licença poética, o curador Diógenes Moura reuniu duas exposições em uma. A primeira, Marilyn
Monroe, o Mito, que já foi mostrada no Rio e chegou em meio a uma série de controvérsias (ficou apreendida na alfândega, pois a Polícia Federal não considerou as fotografias obras de arte) e agora chega a São Paulo; a segunda, Telma Saraiva - A Procura de Um Mito, reúne fotografias feitas por d. Telma Saraiva, uma senhora de 76 anos, que mora no Crato, no Ceará, e jamais saiu de sua cidade, mas teve como fonte de inspiração para criar suas fotografias as imagens de Hollywood publicadas na revista Cena Muda dos anos 40.

Portanto, muito antes de Norma Jeane Mortensen se transformar em Marilyn Monroe. O que une fotógrafa e fotografada? Aparentemente nada, a não ser o fascínio do mito. Mas, vamos por partes. Marilyn Monroe, não se pode negar, foi o grande mito, a grande musa dos anos 50 e início dos 60. Inesquecíveis seus filmes, suas caras e bocas, o cabelo loiro, seu romance com o presidente norte-americano John Fitzgerald Kennedy. Pobre Marilyn, na verdade fruto, ou vítima, de uma indústria midiática que dava seus primeiros (talvez segundos, ou terceiros) passos.

Mas ela, impassível, vestiu o papel e se tornou o sonho de mulher daquela época. Invejável! Abaixo da linha do Equador, numa cidade chamada Crato, Telma Saraiva sonhava com Hollywood, com as cenas de cinema, com o glamour, com o romance. Seus sonhos eram alimentados pelos filmes que via, ou pelo que lia nas revistas dedicadas ao cinema. E ela, compreendeu que a fotografia poderia satisfazer esta fantasia. Que a imagem poderia realizar todos os sonhos, e assim foi.

Que a imagem poderia transformá-la em quem ela gostaria de ser. Bert Stern, norte-americano, já era um fotógrafo afirmado quando, em 1962, resolveu fotografar Marilyn Monroe. Como? Desnudá-la e veicular a matéria pela revista Vogue. Mal sabia ele que aquelas seriam as últimas fotos dela. Passados mais de 40 anos daquela sessão, percebemos que foi uma entrega total. As melhores imagens, obviamente, não são aquelas onde ela posa a pedido do fotógrafo, mas as displicentes, quando a sessão já terminou, quando fotógrafo e fotografada se soltam e a câmera registra.

Neste momento, talvez o mais importante da mostra, encontramos uma Marilyn cansada, envelhecida prematuramente, que aceita mostrar a cicatriz de uma cirurgia recente, que aceita ser registrada ao lado do fotógrafo.

Um mito que se despe de seu mistério, que se coloca como ser humano, que se despede de quem a idolatrou. Um mês e meio depois, cometeria o suicídio. Pelo menos é isso que a história nos conta. Esta exposição não interessa pela Marilyn deslumbrante que se submete como uma aluna aplicada às ordens de um fotógrafo que tenta extrair dela o que há de melhor. Isso ela sempre fez. Mas interessa justamente pelos pequenos momentos de descontração em que realmente ela se entrega, se despe, sorri com um sorriso quase infantil. Linda, frágil, humana! Essas imagens são quase um testamento, uma despedida de alguém que foi construída e usada pela mídia. Telma Saraiva, filha e mulher de fotógrafo, começou a se interessar por fotografia e cinema na década 1940. Seu pai, fotógrafo da cidade de Crato no Ceará, a incentivava a freqüentar os cinemas da cidade. Mas a intenção não era ela se tornar atriz ou algo do gênero, mas sim aprimorar sua leitura. Mas a menina se apaixonou pela mágica do cinema, pelas imagens das divas. Colecionou revistas sobre o assunto e é na Cena Muda que ela vai encontrar o que definitivamente modificaria sua vida: a técnica de colorir fotografias. Sem hesitar, encomenda um estojo de tintas para fotografia nos Estados Unidos e inicia sua carreira de fotógrafa de estúdio. Mas não se torna uma fotógrafa convencional, afinal, como ela mesmo afirma: "Todo mundo quer ficar bonito no retrato." Por isso, especializa-se em foto-pintura e passa a decorar as imagens para que fiquem de acordo com o gosto do freguês. Mas tirar rugas, colorir bochechas é pouco para ela. Inicia assim uma série de auto-retratos em que ela mesma se representa como as atrizes do filme que via. É assim que ela se transforma em Scarlett O’Hara, a heroína de ...E o Vento Levou, ou como uma índia Sioux, ou ainda como uma descendente de japoneses. Seu estúdio e sua casa se tornam o cenário hollywoodiano. E é nesse mundo que ela vive com sua família. Um mundo de sonho e de fantasia. Suas imagens já puderam ser vistas numa mostra de Retrato Popular que a Pinacoteca trouxe há dois anos. A foto-pintura, aliás, era algo comum desde o século 19.

Uma maneira de embelezar os retratos, aproximá-los da pintura e transformá-los em "arte". No meio de imagens de lambe-lambe, monoculistas e fotógrafos da praça, as imagens de d. Telma se sobressaem. Agora são seus retratos isolados do resto que podemos ver. Sua fantasia do que pode ser o mundo.

E foi essa fantasia que encantou outro fotógrafo, Cristiano Mascaro, que no ano passado conheceu d. Telma. Encantado com o que via, Mascaro resolveu registrar o entorno da fotógrafa, sua casa, seu mundo. E, assim, em 2007, foi para Crato conhecer de perto onde ela vivia. O resultado dessa incursão está nas 15 imagens presentes na mostra. A casa de d. Telma também é um cenário. Aos 76 anos, ainda vaidosa, ela posa para o fotógrafo, mostra o estúdio, os lugares onde costumava ficar para fazer os retratos e conta ao fotógrafo como fazia: "Ela se maquiava, em seguida colocava frente a ela ao lado da câmera um espelho. Ele era seu guia.

Só então disparava e fazia seu retrato. Tudo feito na sua casa." Muitos, ao verem suas imagens, lembram imediatamente de uma fotógrafa mais moderna, a Cindy Sherman, que também se auto-retratou como personagem de cinema. Mas d. Telma fez isso muito antes. D. Telma conta a Cristiano Mascaro por que começou a se autofotografar: "Sou muito vaidosa!" Característica que ela carrega até hoje e que se pode perceber também em sua casa. Uma casa que foi montada e decorada da mesma maneira como seus auto-retratos, para satisfazer seus sonhos, suas fantasias. Nisso as duas, d. Telma e Marilyn Monroe, realmente se encontram. Ambas estão atrás de uma fantasia! Cada qual, a seu modo, conseguiu realizá-la.

United Photo Press lançou selo comemorativo

Dia Mundial da Fotografia - Selo dos CTT para a United Photo Press.

Com o objectivo de comemorar o Dia Mundial da Fotografia, 19 de Agosto, a United Photo Press em colaboração com os CTT - Correios de Portugal, emitiu um selo exclusivo comemorativo da data.


Informa-se todos os interessados o favor de fazer o pedido para o e-mail: info@unitedphotopress.net


O valor por unidade é de 10 €uros já com os portes de correio incluidos.


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