A Essência, a Memória, a Antologia.


A Chiado Editora apresenta o segundo volume do livro fotográfico "A Essência, a Memória, a Antologia".
O co-autor do livro é António Ferreira ( antonio.ferreira@unitedphotopressworld.org ) fotógrafo da United Photo Press.

A apresentação do livro vai ser realizada sábado dia 13 de Fevereiro pelas 16 horas no Palácio Ribamar situado na Av. Hermano Patrone em Algés, Portugal.

Os fotógrafos têm por vezes dificuldade em apresentarem ao público os seus trabalhos. Temos varios sites onde eles podem colocar as suas fotografias com toda a efemeridade que isso representa.

Os livros pelo contrário ficam de facto para a posteridade e enquanto existir um só que seja, as fotografias destes autores vão ser sempre vistas. Assim nasceram os projectos editoriais e fotográficos da Chiado Editora.

UNITED PHOTO PRESS NO HAITI



O pior terremoto em 200 anos atingiu o Haiti, devastando a capital e ameaçando mais de 3 milhões de pessoas. A infraestrutura e as comunicações do país foram destruídas e um número incalculável de pessoas foram mortas.

Os Haitianos estão desesperadamente clamando ajuda ao mundo – vamos nos unir numa onda mundial de doações para as comunidades locais onde se concentram os maiores esforços de ajuda.

100% dos fundos arrecadados irão para os programas de alívio e reconstrução dos locais atingidos pelo terremoto e esforços para fortalecer os sistemas locais do Haiti – esta é a maneira mais direta de contribuir para a recuperação Haitiana e ajudar com os recursos de primeira necessidade para as pessoas na linha de frente da tragédia, que precisam urgentemente de ajuda hoje.

VEJA A GRANDE REPORTAGEM AQUI

Ciclo Dez de Fotografia

O Ciclo Dez de Fotografia vai apresentar 5 e 6 de Fevereiro, no estado do Piaúi em Teresina no Brasil uma mostra de portifólios e debates com o público.

Um dos dez fotógrafos Internacionais  é André Gonçalves ( andre.goncalves@unitedphotopressworld.org ) da United Photo Press, que irá liderar a mostra e os debates público|fotógrafos.


Foto ganhadora de concurso é desclassificada por usar animal de aluguel

A foto vencedora do prêmio Wildlife Photographer of the Year, de um lobo ibérico saltando o portão de uma fazenda na Espanha como se fosse atacar uma presa, foi desclassificada após a descoberta de que se tratava de um animal que pertencia a um zoológico e havia sido treinado.

"Lamentamos confirmar que após uma cuidadosa investigação o painel de jurados concluiu que é provável que o lobo é um animal que pode ser alugado para posar em fotografias, o que viola uma das regras do concurso", anunciou Louise Emerson, uma das organizadoras da competição, na qual concorreram mais de 43 mil fotos.

Segundo ela, para tomar a decisão os jurados examinaram provas, conselhos de especialistas em fotografias da natureza e o depoimento do fotógrafo espanhol José Luis Rodríguez, autor da foto.


Rodríguez nega ter usado um animal de aluguel.

Sem vencedor

Em dezembro, quando foi iniciada a investigação, ele disse que esperou semanas para conseguir a foto perfeita, entre convencer um fazendeiro a deixar que um lobo selvagem entrasse em suas terras, atrair o lobo com um pedaço de carne e ganhar sua confiança para instalar o equipamento.

Mas, recentemente, a revista especializada em vida selvagem Suomen Luonto, publicada na Finlândia, afirmou que o lobo, na verdade, se chama Ossian e vive em um zoológico perto de Madri.

Um especialista em lobos, citado pela revista, disse que o animal parece ter sido treinado para saltar sobre o portão, já que uma espécie selvagem muito provavelmente tentaria passar espremida por entre as barras.

Diante da desclassificação da foto de Rodríguez, os jurados do concurso preferiram não apontar um vencedor para 2009.

O Wildlife Photographer of the Year, distribuído anualmente, é considerado um dos mais importantes prêmios mundiais de fotografia.

O autor da foto vencedora receberia um prêmio de 10 mil libras (cerca de R$ 28 mil). As fotos vencedoras em diferentes categorias e as menções honrosas formam uma exposição no Museu de História Natural de Londres, que depois segue para vários países.

Fotógrafo luso-americano distinguido com prémio Hasselblad Masters


A imagem de uma noiva, registada no Palácio Foz, em Lisboa, valeu ao fotógrafo luso-americano da United Photo Press, João Carlos o prémio Hasselblad Masters 2009, promovido por aquela marca sueca de máquinas fotográficas.

A fotografia foi considerada a melhor na categoria Social, de um total de dez áreas distintas da fotografia internacional, como Editorial, Paisagem, Retrato e Arquitectura.

João Carlos, 32 anos, radicado em Nova Iorque, venceu com uma fotografia de moda feita em 2004 no edifício do Palácio Foz, com uma criação de Susana Agostinho para uma produção de vestidos de noiva.

A produção resultou na edição de um calendário e numa exposição, com o autor a doar os lucros à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima.

"Estou contentíssimo, é muito prestigiante, um reconhecimento mundial que é muito bom, pelo título, pelo júri que escolheu os vencedores", disse João Carlos à agência Lusa, em reacção ao anúncio dos premiados.

Filho de pais portugueses, João Carlos nasceu em Nova Iorque, viveu em Portugal nos anos 1990, onde se formou em pintura, escultura e história de arte, e regressou aos Estados Unidos há dois anos.

O prémio Hasselblad Masters traduz-se na oportunidade dos vencedores poderem utilizar equipamento daquela marca sueca para a realização de um projecto que será publicado em livro.

Além disso, João Carlos foi convidado a assinar a nova campanha de imagem da Hasselblad Masters para os próximos dois anos, um convite que considera tão importante com a conquista do prémio.

O currículo de João Carlos inclui trabalho em diferentes áreas, do fotojornalismo a editorial de moda, de fotografia de cena em cinema a campanhas publicitárias.

Já trabalhou para as revistas Wallpaper, Umbigo, Cerimónia e Número e entre os seus clientes contam-se a Nike, Avon, Pfizer, Elite Models, L'Agence Models e Vodaphone.

Depois de uma temporada em Lisboa, João Carlos regressou há dois anos a Nova Iorque, cidade onde diz que o mercado é muito maior e onde é julgado apenas pelo seu trabalho.

"Estando em Nova Iorque já consegui trabalhos mais importantes em Portugal do que quando estava aí", disse o fotógrafo.

Anthropographia Awards 2010

It is a great honor to present the winners of anthropographia Awards 2010. Anthropographia’s aim is to create new spaces for photojournalism; new spaces that encourage the promotion of human rights, expose social injustice and underline the multiple realities of our current world.

The quality of the chosen photojournalism essays, selected by a prestigious jury, testifies to the undeniable strength that the still image has on human consciousness. The jury, which includes members who are recognized for their exceptional photojournalistic work, their commitment to contemporary photojournalism and their dedication to human rights advocacy, made a very accurate job by carefully reviewing the submission.

We received a large number of essays and the selection of the nominees was a challenging process for the jury, as we sadly had to turn down many outstanding ones. The jury shortlisted 24 photography essays as well as 10 multimedia pieces which will be displayed on large scale exhibitions internationally. This collection of works is a perfect example of the power to communicate and inform in a very effective way about human rights issues via photography and multimedia.

We would like to thank all the photographers who participated in this second edition of the photojournalism competition on human rights. It is your dedication and the exceptional quality of your work that allowed us to make this 2010 edition another great success. We express our gratitude as well to everyone who has been involved in anthropographia, in particular United Photo Press, the jury and the essential partners, pillars of this adventure.

Matthieu Rytz
Founder of Anthropographia
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Awards

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The Anthropographia Award for Photography and Human Rights

Marcus Bleasdale/VII photo wins the The Anthropographia Award for Photography and Human Rights for his powerfull work “The Rape of A Nation” that points out Human rights abuse in the Democratic Republic du Congo. The Democratic Republic of Congo (DRC) is home to the deadliest war in the world today. An estimated 5.4 million people have died since 1998, the largest death toll since the Second World War, according to the International Rescue Committee (IRC). IRC reports that as many as 45,000 people die each month in the Congo. Most deaths are due to easily preventable and curable conditions, such as malaria, diarrhea, pneumonia, malnutrition, and neonatal problems and are byproducts of a collapsed healthcare system and a devastated economy.

©Bleasdale Marcus Bleasdale/VII photo - "The Rape of A Nation"

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The Anthropographia Award for Multimedia and Human Rights

Jonathan Torgovnik/mediastrom wins The Anthropographia Award for Multimedia and Human Rights for his piece ”Intended Consequences” that point out the massive sexual violence on Rwandan women. An estimated 20,000 children were conceived during the genocide in Rwanda, and many of their mothers contracted HIV during the same encounters that left them pregnant. They feel they have lost their dignity, are alone and utterly powerless. Intended Consequences chronicles the lives of these women. Their narratives are embodied in portrait photographs, interviews and oral reflections.

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Honorary Mentions

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Photography and Human Rights honorary mentions


Munem Wasif/Agence VU wins an honorary mention for his work “Salt water tears” that relates the tragedy of the lack of drinkable water in southwestern Bangladesh.

Munem Wasif/Agence VU | Salt water tears | Bangladesh Munem Wasif/Agence VU | Salt water tears | Bangladesh
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Marc Wattrelot wins an honorary mention for his work “Lost From Balochistan” that relates the penjabis domination against the balochis.Balochis cultivates a particular resentment against the central power, accused of enslaving them and delaying the provincial development while drawing from its rich basement.

Marc Wattrelot | Lost From Balochistan | Pakistan Marc Wattrelot | Lost From Balochistan | Pakistan

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Multimedia and Human Rights honorary mentions

Marcus Bleasdale/VII photo/mediastrom wins an honorary mention for his multimedia version of “The Rape of A Nation” that point out Human rights abuse in the Democratic Republic du Congo.


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Jenn Ackerman wins an honorary mention for her work ”Trapped: Mental Illness in America’s Prisons” that portrays the daily struggle inside the walls of the unit redesigned to treat mental illness and maintain the level of security required in a prison.


Jenn Ackerman | Trapped Jenn Ackerman | Trapped

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Save the dates

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March 5 to March 14 2010 : Geneva exhibition in the Festival du Film et Forum International sur les Droits Humains
March 15  2010 : Screening of the multimedia pieces in the Montreal Human Rights Film Festival
May 12 to May 16 2010 : Exhibition in the New York Photo Festival
September 1 to September 31 2010 : Exhibition in Montreal together with the World Press Photo 2010
More to come ……

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Anthropographia 2010 shortlist

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Photography and Human Rights

Related stories will be published on anthropographia.org throughout the year


G.M.B. Akash/Panos Pictures | Life for rent | Bangladesh
G.M.B. Akash/Panos Pictures | Life for rent | Bangladesh



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Christian Als | Gaza Devastation | Gaza
Christian Als | Gaza Devastation | Gaza



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Javier Arcenillas/Malavrava | Citizens of Despair Kutupalong | Bangladesh
Javier Arcenillas/Malavrava | Citizens of Despair Kutupalong | Bangladesh



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Walter Astrada | Rape weapon of war in DRC | Democratic Republic du Congo
Walter Astrada | Rape weapon of war in DRC | Democratic Republic du Congo


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Marcus Bleasdale | The Rape of A Nation | Democratic Republic du Congo
Marcus Bleasdale | The Rape of A Nation | Democratic Republic du Congo



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Stéphane Bouillet | Bhopal: Cause2Effect | Bhopal, India

Stéphane Bouillet | Bhopal: Cause2Effect | Bhopal, India
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Samantha Box | Invisible | New York, USA
Samantha Box | Invisible | New York, USA
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Michael Brown | Kabul - The Glass House | Afghanistan
Michael Brown | Kabul - The Glass House | Afghanistan



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Mathias Christensen | Life in the Rez | U.S.A.
Mathias Christensen | Life in the "Rez" | U.S.A.


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Massimiliano Clausi/POSSE Photo | The Women of Vrindavan | India
Massimiliano Clausi/POSSE Photo | The Women of Vrindavan | India



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William Daniels/Panos Pictures | Mauvais Air | Africa and Asia
William Daniels/Panos Pictures | Mauvais Air | Africa and Asia



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Natan Dvir/Polaris Images | Shelter | Israel
Natan Dvir/Polaris Images | Shelter | Israel



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Stephen Ferry/Redux pictures | The Threatened | Colombia
Stephen Ferry/Redux pictures | The Threatened | Colombia



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Mariella Furrer | Child Sexual Abuse | South Africa
Mariella Furrer | Child Sexual Abuse | South Africa



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Sadin Lizzie | Domestic Violence | France
Sadin Lizzie | Domestic Violence | France



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Matt Lutton | Belgrades Roma Gazela | Belgrade, Serbia
Matt Lutton | Belgrade's Roma Gazela | Belgrade, Serbia



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Alexandre Matthieu | Iraqi refugees | Syria and Lebanon

Alexandre Matthieu | Iraqi refugees | Syria and Lebanon
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Justin Mott/Redux Pictures | Legacy of Horror | Vietnam

Justin Mott/Redux Pictures | Legacy of Horror | Vietnam
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David Rochkind | Heavy Hand, Sunken Spirit | Mexico

David Rochkind | Heavy Hand, Sunken Spirit | Mexico
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Frederic Sautereau | Gaza : Was it worth a war | Gaza Strip

Frederic Sautereau | Gaza : Was it worth a war | Gaza Strip
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Andy Spyra | Kashmir

Andy Spyra | Kashmir
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Munem Wasif/Agence VU | Salt water tears | Bangladesh

Munem Wasif/Agence VU | Salt water tears | Bangladesh
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Marc Wattrelot/World Picture Network | Lost From Balochistan | Pakistan

Marc Wattrelot/World Picture Network | Lost From Balochistan | Pakistan
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Taylor Weidman | Lives in Limbo | Manila, Philippines
Taylor Weidman | Lives in Limbo | Manila, Philippines






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Multimedia and Human Rights
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Jenn Ackerman | Trapped | Kentucky, USA
Kristen Ashburn | AIDS and Family | sub-Saharan Africa
Marcus Bleasdale | Rape of a Nation | Democratic Republic of Congo
Jean Chung | Tears in the Congo | DR Congo
Rodrigo Cruz | The Promised Land | Mexico
Brent Foster & Poul Madsen | Wasteland | India
Anne Holmes | The Kenyan Crisis | Kenya
Carlos Sousa | United Photo Press | Portugal
Alex Masi | Open Wounds | India
Dana Romanoff | No Man’s Land | Oaxaca, Mexico
Vasco Ribeiro | In Tuto | France
Jonathan Torgovnik | Intended Consequences | Rwanda

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in collaboration with


Expedição à Antártida encontra peças de máquina fotográfica de 100 anos

Uma expedição à Antártida encontrou o que acredita serem peças de uma máquina fotográfica abandonada por um célebre fotógrafo australiano durante uma viagem histórica ao continente gelado, quase 100 anos atrás.

James "Frank" Hurley, morto em 1962, foi o fotógrafo oficial da Expedição Antártica Australiasana (AAE) de 1911-14, comandada pelo mais famoso explorador polar da Austrália, sir Douglas Mawson. Ele também foi fotógrafo oficial das Forças Armadas australianas nas duas Guerras Mundiais.

Membros da expedição atual, que está restaurando as cabanas originais de madeira erguidas por Mawson em Cape Denison, disse que encontrou dentro da câmara escura de Hurley uma caixa de troca de chapas de uma câmera Newman & Guardia fabricada entre o final do século 19 e início do século 20.

– Ainda não temos 100% de certeza de que é um componente da câmera de Hurley, mas é sem dúvida um componente de uma máquina fotográfica muito antiga usada aqui na Antártida, o que torna a descoberta interessante –, disse a arqueóloga Jody Steele, integrante da expedição.

Várias máquinas fotográficas Newman & Guardia fizeram parte dos equipamentos usados pela AAE. Os detalhes da descoberta recente foram enviados de volta à Austrália para mais pesquisas.

– É uma descoberta importante porque talvez seja um dos poucos componentes de câmeras que podemos identificar com um membro individual da AAE, Frank Hurley –, disse o membro da expedição Peter Morse.

– Outros artefatos encontrados até agora têm sido de natureza mais geral.

A peça encontrada foi devolvida à câmara escura, onde o ambiente frio ajudou a preservá-la até agora.

No dia 1o de janeiro a expedição encontrou o que acredita serem os resquícios do primeiro avião que voou para a Antártida. Os restos estavam numa praia gelada, perto de onde o avião foi abandonado por Mawson há quase um século, quando mostrou não funcionar na expedição.

A Austrália tinha passado anos procurando o avião Vickers, de hélice única, em Cape Denison. Membros da expedição toparam com pedaços de tubos metálicos enferrujados na praia da baía Commonwealth durante uma maré muito baixa. Os pedaços correspondem a tubos de ferro estruturais da fuselagem do avião.

Carlos Filipe Apresenta "PORTOFOLIO"


O Fotógrafo da United Photo Press Carlos Filipe expõe de dia 16 de Janeiro a 16 de Fevereiro de 2010 o seu “Portfolio” encerrando assim um ciclo de dois anos a registar, editar e compilar 630 dias de “momentos” em 22 imagens. “Portfolio” oferece aos seus visitantes uma viagem por dois mundos: Um repleto de cor, o imaginário, o irreal e o simbolismo e outro, a preto e branco, onde os olhares de pessoas, a dor, a perda, o pensamento e o desejo de algo melhor rodeiam os olhares de quem os visita.

A exposição estará patente na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Aljustrel.




Entrevista com Carlos Filipe pelo jornal "Impacto da Região"

Um fotografo à frente da objectiva

É um homem de convicções fortes e promete dar que falar neste concurso de beleza do Facebook. Mais que ser “Mister”, este algarvio (nascido em Aljustrel, Alentejo) quer ser conhecido pelo que faz: a fotografia. E basta ver o seu perfil para saber que não é um fotógrafo qualquer. É arrojado, arriscado, criativo e ousado. Não se fica pela rama das coisas, cria obras de arte com a sua objectiva e com os seus modelos.

Criatividade, atrevimento e audácia não lhe falta. Ao Impacto da Região, numa entrevista divertida e descontraída, Carlos Filipe define-se como “um turbilhão de emoções”. Deixamos, então o Carlos falar na primeira pessoa: “desde muito cedo comecei a trabalhar, primeiro para pagar os meus estudos, depois para começar a comprar coisas que não conseguia ter. Formei-me em línguas, informática, teatro e fotografia porque sempre gostei da área das artes”. Ganhou alguns prémios e teve “ofertas que recusei por questões financeiras”.

Desde há dois anos “abracei o meu projecto pessoal de fotografia. Criei o meu nome, comecei a fazer trabalhos gratuitos para divulgar o meu nome, apenas para me darem uma oportunidade”. Criou o seu próprio site copiando “lições da internet de como fazer webdesign. Fiz cartões de visita, perfis em tudo o que é site”. E continua a fazer isso, todos os dias. “Seja no Facebook, seja por correio para varias empresas que, provavelmente, nunca ouviram falar de mim. Vou gastar uma fortuna mas nunca se sabe o futuro, não é?”. “Se não as enviar nunca saberão quem sou. Quero um dia ver os meus trabalhos publicados numa grande revista mas que saibam quem eu sou”.

E não faz isso só por e para si. “Quero fazer isso para dar uma grande alegria aos meus pais adoptivos que sempre me apoiaram desde o início desta minha febre fotográfica”. Afinal, já diz o ditado popular, “água mole em pedra dura tanto dá ate que fura”.

Um projecto que conta, com orgulho, foi crescendo e amadurecendo. “Neste momento trabalho com varias entidades a nível de fotografia”. Ao projecto [que pode ser consultado em http://www.carlosfilipe.com/ ] entrega-se de corpo e alma. “Amo o meu projecto. Vivo nele 24 horas por dia, trabalho entre 17 a 18 horas e as horas que fico em casa projecto coisas novas. Faz parte de mim”, refere.

Avaliar a sua imagem...
Chegado a aqui, e com tantas horas gastas em trabalhos fotográficos, porquê concorrer a mister Facebook?
Responde o Carlos: “acompanhei todo o concurso o ano passado, votei e travei amizade com alguns concorrentes. Alguns viam as minhas fotos e diziam que deveria concorrer no próximo ano. Quando abriram as inscrições não pensei duas vezes e inscrevi-me. Quero saber que hipótese teria como modelo uma vez que passo a vida atrás da câmara a fotografa-los. Espero deste concurso obter um feedback da minha imagem... saber o que sentem todos aqueles que fotografo, como é estar em frente da máquina e não atrás dela”.

Sendo um concurso onde a beleza, por vezes, aparece antes de tudo o resto, Carlos Filipe deixa uma mensagem: “Alguns candidatos e candidatas valorizam apenas o corpo mas existem vários onde que se nota uma vontade de mostrar mais do que isso. Não se restringem a fotos físicas. Mostram mais do que apenas pele, mostram charme, postura. Verdadeiros modelos a demonstrarem sensualidade sem ser algo cru sem sentimento”.

O fotógrafo – a fazer de modelo – está na expectativa. Um bom resultado confessou ao Impacto da Região, seria ficar entre os “quinze primeiros”. Seria, diz, “um óptimo percurso até aí e ficaria muito feliz (e surpreendido também) pela positiva”.

Alem de querer promover a sua imagem como todos os outros, Carlos quer também mostrar o que faz. “Tenho trabalhos em varias áreas, promovo várias entidades e eventos e seria uma boa forma de divulgar ainda mais todos estes projectos”.

As cartas estão na mesa, alguns trunfos ainda estarão guardados e agora é só aguardar para ver que resultado terá o fotógrafo que trocou de lugar com o modelo. Como se diz no seu Alentejo profundo, Carlos foi às sortes. Será que se safa?

O homem e os gostos...
Solto, dinâmico, frontal, o jovem de Portimão define-se “como o verdadeiro nativo de escorpião”. Conta ele que é “teimoso, persistente, tenho a cabeça cheia de sonhos que tento realizar... e à medida que realizo alguns e penso que vou ficar mais aliviado… eis que surgem novos sonhos e metas a atingir”. E ainda há mais… “sou empenhado no que quero fazer, lutador, persistente, teimoso, dedicado, atiro-me de cabeça no que quero fazer e luto para chegar onde quero”.

E defeitos, haverá? “Vários”, diz a sorrir. “Sou muito ansioso, teimoso (se bem que teimoso insiro nos defeitos/qualidades) e rancoroso. Não me esqueço facilmente do que me fazem”. Pára um pouco, reflecte e volta a falar. “Sabe, neste momento, se queremos sobreviver temos sempre de dormir com um olho fechado e outro aberto. Se não tivesse estes defeitos provavelmente não sobreviveria muito tempo”.

Gosta de “ver fotografias antigas tiradas com os amigos em festas, receber elogios, (isto, claro seguido de corar), tirar dias do meu trabalho fugir para o Alentejo e passar dois dias na companhia dos meus pais adoptivos. Adoro quando me fazem surpresas e quando faço anos”.

Ouve muita música mas é "World trade center piano theme", do Craig Armstrong, a que mais lhe diz. “Oiço todos os dias ao final do dia, antes de ir dormir, às vezes até a meto no Facebook porque é uma música que nos faz lembrar quem gostamos e já partiu. É uma forma de dizer boa noite à minha avó, que me criou desde pequenino, e que partiu muito repentinamente”.

Também lê muito. Agora, mais livros de fotografia para aprender sempre mais. Mas também gosta de ficção. “Histórias que poderiam acontecer comigo e que me transportam para o argumento, que me façam pensar, façam pousar o livro antes de dormir já com vontade de lhe pegar na noite seguinte”. "O velho que lia romances de amor", de Luís Sepúlveda, é o que gostava de ler de momento.

Animação total no seu perfil
No Facebook há mais de um ano, influenciado por familiares que tem em Bruxelas (“lá o Facebook era palavra de ordem”). Aderiu e, até hoje, nunca mais parou. “ Estou sempre a crescer até que associei o meu trabalho, pois é uma óptima forma de mostrar o que se faz a medida que se conhece amigos nem que seja virtualmente... posso dizer que já me deu grandes amigos e grandes trabalhos também”.

Na rede social do momento há sempre estórias fabulosas. Vamos a mais uma. Esta made in Carlos Filipe . “Eu mudei bastante fisicamente de há alguns para cá e perdi contacto com muitas pessoas. Uma vez encontrei uma amiga que já não via há muito tempo no Facebook e pedi-lhe amizade. Recusou.

Repeti o pedido. Recusou.
Há terceira tive de enviar mensagem a dizer-lhe que era eu, o rapaz que brincava com ela quando éramos crianças e dizer montes de coisas para ela se recordar.

Ela respondeu que esse rapaz era gordo, portanto, não poderia ser eu! Só consegui que ela me aceitasse e acreditasse depois de falar com três amigos que tínhamos em comum que fizeram de tudo para lhe fazer ver isso. Ela pensava que eu era um tarado e ela só aceitava amigos que conhecia realmente”. Um “drama”, este reencontro de velhos amigos. A história, confere Carlos, acabou em bem e os dois amigos de infância já recordam bons momentos. Tirando isso, refere o fotógrafo, “já cheguei a receber mensagens no telemóvel – pois o número é público – das Honduras a dizer ‘Hello. Got your number from internet! Nice photos. Nice greetings from honduras’”.

A verdade é que o seu perfil no Facebook é sempre uma grande animação. Na noite da entrevista ia uma grande animação por lá. “Não sou conhecido em lado nenhum. Conhecem-me no Facebook porque entupo todos os dias aquilo com fotos, vídeos que faço e, de vez em quando, crio os meus tops especiais em que selecciono sempre três vídeos sobre vários temas... tenho amigos virtuais que já acompanham os tops que faço”.

E foi assim que encontramos as três músicas perfeitas para namorar no carro e a três músicas perfeitas para bailar com a vizinha no baile da igreja. Por lá, diz quem sabe, também é costume aparecerem vídeos de desenhos animados antigos, músicas antigas, anúncios de televisão… afinal, como diz o Carlos, “para quem vive sozinho sabe bem ter companhia nem que seja num computador ao final do dia e rir um bocadinho, conversar”.

A fotografia, o seu mundo.
A fotografia para Carlos Filipe é um mundo. “Gosto muito de fotografar pessoas. Não necessariamente as fotos convencionais mas mais as fotos conceptuais. Gosto de criar ambientes, situações... Pegar numa pessoa e criar uma história com ela... faze-la viver essa história”.

Um exemplo real? “Convidei uma amiga extremamente tímida e resolvi coloca-la a sair, praticamente nua (porque nunca se despiria) de dentro de uma parede de jornais...

Para todos os efeitos ela era a pessoa que outra fora tímida e estava naquele momento no centro das noticias... contar historias através de fotos... abraçar campas de cemitérios para simbolizar a perda dos entes queridos. Gosto de criar imagens simbolistas em que cada pessoa que vê a foto retira algo com que se assemelha”. Estas fotos podem ser vistas em http://olhares.aeiou.pt/carlosfilipe

Contacto: carlos.filipe@unitedphotopressworld.org

AGRESTE – Maratona Fotográfica da Costa Vicentina

A GIZ a NUTKASE lançam o programa AGRESTE – Maratona Fotográfica da Costa Vicentina (http://www.agreste.org/ ) em parceria com a United Photo Press. O evento irá realizar-se entre 26 e 28 de Março nos Concelhos de Aljezur e Vila do Bispo.

A Costa Vicentina Portuguesa é das zonas mais visitadas e procuradas no nosso país. O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina com 70.000 hectares é uma das maiores reservas naturais em Portugal. É uma zona protegida, que se estende por mais de 60 km do Cabo de São Vicente, o ponto mais a sudoeste do continente Europeu, até Odeceixe na fronteira com o Alentejo. A costa rochosa e íngreme é intervalada por pequenas baías.

Por ser uma zona protegida, a paisagem continua sem sofrer as alterações que normalmente o turismo traz. O sistema ecológico é único, o clima é menos ameno do que no resto do Algarve e a ondulação do Atlântico é espectacular, atraindo surfistas, praticantes de parapente e muitos outros turistas com interesses gerais ou específicos, incluindo ornitólogos de todo o mundo.

Esta Maratona fotográfica tem três objectivos:
1º - Envolver as Câmaras de Vila do Bispo e Aljezur na escolha de locais a fotografar.
2º - Criar um banco de imagens da região para que possam servir como suportes de comunicação das duas Câmaras Municipais envolvidas.
3º - Realização de duas exposições no Verão de 2010 nos Concelhos mencionados.

A AGRESTE- Maratona Fotográfica da Costa Vicentina tem início na Escola da Aldeia da Pedralva, local de recepção aos inscritos e de sede da organização, e termina no mesmo local com a aceitação e formalização de candidatura ao concurso. Terá início às 11 da manhã de Sábado 27 e fim às 11 da manhã de Domingo 28 de Março.

Os participantes inscritos na Maratona Fotográfica ficam desde logo habilitados aos prémios a concurso bem como verem os seus trabalhos seleccionados para as exposições.

As inscrições e o pagamento podem ser feitas até ao dia 15 de Março de 2010.
Patrícia Costa através do telemóvel 967806798 e email patricia@nutkase.org  

Nuno Ribeiro, pelo número 937605024 ou email nunoribeiro@giz.pt  

Guia Turístico de Nuno Morais na Galeria&Bar Bicarte

O trabalho do fotógrafo da United Photo Press Nuno Morais ressalta o uso e a importância da fotografia como instrumento de registo de memórias numa lógica de preservação da viagem e o assumir da presença do turista no local em que é fotografado.



O mais recente trabalho do fotógrafo da United Photo Press "Guia Turístico" é como Nuno Morais o define “auto-retratos turísticos” que são uma espécie de vício o importante é o “Eu”; “Eu” estive! “Eu” visitei! “Eu” fui! … “Eu” apareço nas fotografias! uma relação presente/passado que fica registada para o futuro."



A exposição "Guia Turístico" inaugura a 15 de Janeiro às 21h30m na Galeria & Bar Bicarte Travessa da Portuguesa 38A (Elevador da Bica), Lisboa

Luís Santo vence concurso mundial com fotografia de um berço de estrelas

O engenheiro electrotécnico Luís Miguel Santo venceu o primeiro prémio do concurso mundial de astrofotografia das «Galilean Nights», com uma fotografia captada no Montijo da Nebulosa Orion.


A uma distância de 1300 a 1500 anos-luz da Terra, a Nebulosa de Orion valeu ao engenheiro electrotécnico Luís Miguel Santo, de 34 anos, o primeiro prémio do concurso mundial de astrofotografia das «Galilean Nights» («Noites de Galileu»), um dos projectos-chave do Ano Internacional da Astronomia (AIA 2009).

A fotografia, captada na Atalaia (Montijo), foi a vencedora da competição «Beyond Earth» («Para além da Terra»), que juntou imagens do Universo captadas por todo o globo. Os participantes foram desafiados a obter imagens dos objectos astronómicos estudados por Galileu Galilei, o cientista que há 400 anos protagonizou as primeiras observações do céu realizadas através de um telescópio e que inspirou a Organização das Nações Unidas a decretar 2009 como o Ano Internacional da Astronomia.

«O objecto que Galileu observou e que escolhi foi a nebulosa de Orion, também conhecida como o objecto de Messier 42 (M42) e que está enquadrada com outra nebulosa (NGC1977), denominada na gíria «Running Man» (olhando na zona azul, e com alguma imaginação, vemos um indivíduo a correr, tal como o nome em inglês sugere). Existe ainda uma zona de concentração de estrelas denominada trapézio, pela sua disposição, que foi objecto de estudo de Galileu», explica Luís Miguel Santo.

Conforme explica o astrónomo, «A Nebulosa de Orion (zona avermelhada em baixo na fotografia), pertence à constelação de Orion, e é denominada uma nebulosa de emissão (nuvem de gás ionizado que emite luz de várias cores) dada a presença, entre outros, de enormes quantidades de hidrogénio, a principal matéria-prima das estrelas. É uma zona conhecida como profícua na criação de estrelas. A nebulosa NGC1977 é uma nebulosa de reflexão; nuvens de poeira que simplesmente reflectem a luz de uma ou mais estrelas vizinhas, e como tal apresenta uma coloração azulada».

A fotografia foi captada em final de Outubro, na Atalaia. «É um local que, apesar de não ser perfeito pela presença (infelizmente cada vez maior) da poluição luminosa da zona metropolitana de Lisboa, é relativamente perto para a maioria dos astrónomos amadores da zona de Lisboa, permitindo juntar nas noites de lua nova umas dezenas de aficionados», conta Luís Miguel Santo.

Para o engenheiro electrotécnico, o prémio internacional foi uma «cereja no topo do bolo», principalmente porque, sendo a astrofotografia uma paixão, captar uma fotografia dos astros para além da Terra não é fácil e requer um «árduo» trabalho de aprendizagem. «O ritual de preparação e obtenção de uma astrofotografia tem algo que se lhe diga. Começa por preparar de antemão os objectos a fotografar, bem como definir os principais parâmetros de exposição, enquadramento, e montar o equipamento. Uma sessão normal inicia-se pelas 22h e pode terminar quando a estrela mais perto da terra dá a volta», frisa.

O concurso de astrofotografia foi promovido no âmbito das «Noites de Galileu», um evento de divulgação da Astronomia promovido à escala planetária e que, em Outubro, reuniu mais de 1300 actividades em cerca de 90 países de todos os cantos do globo.

Portugal já tinha sido galardoado pelo seu empenho no Ano Internacional da Astronomia, distinguindo-se entre a centena de países participantes. No Verão passado, Ana Mourão, investigadora do Centro Multidisciplinar de Astrofísica (CENTRA/ IST), e a Fundação Navegar foram recompensados pela Comissão Internacional do AIA2009, por ter dado vida, com dedicação e originalidade, a dois dos mais relevantes eventos da iniciativa «100 Horas de Astronomia», que decorreu entre 2 e 5 de Abril.

O Ano Internacional da Astronomia (www.astronomia2009.org) é organizado a nível nacional pela Sociedade Portuguesa de Astronomia, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), da Fundação Calouste Gulbenkian, do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, da Agência Nacional Ciência Viva e da European Astronomical Society (EAS).

Raphael Vasconcelos é premiado pelo New York Institute of Photography

ESPAÇO PROFISSIONAL Fotógrafo brasileiro Raphael Vasconcelos é premiado pelo New York Institute of Photography

A Fotografia é a arte através da qual Raphael Vasconcelos consegue se expressar, captar momentos únicos.
Nascido em Goiânia, o fotógurafo de 27 anos recebeu o prêmio de mérito do NYI e ganhou o concurso
“Novos Valores em Artes Plásticas” da Fundação Jaime Câmara, na categoria fotografia, com as fotos de seu trabalho “Brasília dos meus sonhos”.

Psicólogo com formação na PUC-GO, Raphael sempre foi apaixonado por fotojornalismo, porém nunca se aprofundou na idéia até embarcar para Nova York, a maior capital de fotografia do mundo.

Mas em 2008, com objetivo de fazer mestrado, ingressou no New York Institute of Photography - fundada em 1910 e considerada a maior e mais antiga escola de fotografia do mundo. Foi lá que Vasconcelos iniciou sua carreira fotográfica.

Ao descobrir novos horizontes através das lentes digitais, passou a estudar fotografia profissional e participar de cursos.

Fotógrafo brasileiro Raphael Vasconcelos é premiado pelo New York Institute of Photography

Mestre em Educação pela Columbia University, Raphael Vasconcelos tem se destacado ao apresentar situações contemporâneas que vão do preto e branco ao colorido da natureza.
Participou de exposições e eventos como “Graduandos Primavera 2009 – Teachers College”,
“Columbia University”, “Casulo Ateliê” e “Salamandra de Fogo”. Fã de Rodney Smith possui uma extensa lista de idéias, entre elas um ensaio em Barcelona e sua nova exposição,com o tema “Estranho Mundo” que será lançada em 2010.

PARCERIA INTERNACIONAL DA UNITED PHOTO PRESS