Nasa divulga a maior foto já feita, com 1,5 bilhão de pixels


A Nasa divulgou a maior foto já apresentada aos olhos humanos. Trata-se de uma imagem da galáxia de Andrômeda (M31), nossa vizinha mais próxima — a 2,5 milhões de anos-luz da Terra — e foi feita pelo telescópio Hubble, da Nasa e da Agência Espacial Europeia. (Na verdade, foi criada a partir da sobreposição de 411 fotos feitas pelo telescópio.)

A foto tem 1,5 bilhão de pixels — ocuparia 4,3 gigabytes de um hard drive e seriam necessárias 600 TVs de alta resolução para exibi-la. Nela, estão contidas 100 milhões de estrelas localizadas a mais de 40 mil anos-luz. De acordo com estimativas dos astrônomos, a M31 contém mais de 1 trilhão de estrelas (o dobro da Via Láctea).

A fotografia foi feita 128 anos depois dos primeiros retratos da galáxia. Em 1887, de seu observatório em Sussex, na Inglaterra, o astrônomo amador Isaac Roberts "clicou" a M31 pela primeira vez.

Nos anos seguintes, repetiu o feito. Esta imagem é de 1899:

andrômeda

Para melhor apreciação da imagem criada pelo Hubble, veja o vídeo:

Maior coleção de fotografias de Robert Frank está à distância de um clique

"Os Americanos" marcou a história da fotografia da segunda metade do século XX
A obra mais completa do autor do livro de fotografia que muitos consideram o mais importante depois da Segunda Guerra Mundial está disponível no site da National Gallery of Art. Inéditos incluídos.

A Galeria Nacional de Arte de Washington colocou na sua página de Internet uma coleção com cerca de oito mil obras criadas pelo fotógrafo e documentarista Robert Frank. Produzidas entre 1937 e 2005, entre elas encontra-se a famosa coleção de fotografia “Os Americanos”, que marcou a forma de fotografar da segunda metade do século XX.

Fotografias recentes e vintage, negativos, folhas de contacto, três livros encadernados com fotografias originais, material técnico, vários papéis, livros e gravações. Na impossibilidade de mostrar in loco o enorme espólio de Robert Frank, atualmente com 90 anos de idade, a Galeria Nacional de Arte de Washington colocou tudo o que possui na Internet, à disposição de todos os que queiram ver.


A lista é longa, mas organizada. 

Aqui é possível conhecer todos os dados em relação às fotografias, por ordem cronológica e com todos os dados importantes à consulta. Depois, basta pesquisar os itens por título, palavras-chave, proveniência, ou o número de acesso, no motor de busca da Galeria.

Nascido na Suíça, foi a fotografar a América que Robert Frank produziu um dos trabalhos mais marcantes da (longa) carreira. As 83 fotografias foram lançadas num livro chamado “Os Americanos”, em 1958, e retratavam de forma diferente o quotidiano de dezenas de desconhecidos e a vida tal como ela era nos anos 50 nos Estados Unidos. Em 2009, a propósito dos 50 anos do lançamento do livro, a Galeria Nacional de Arte de Washington dedicou-lhe uma exposição. A curadora, Sarah Greenough, descreveu “Os Americanos” como “O livro de fotografia mais importante depois da segunda Grande Guerra”.

Fotografias de Setúbal em Portugal do século XIX são bem de interesse nacional

Antero de Seabra
A qualidade e raridade das fotografias do século XIX que constituem o `Álbum Setubalense´ foram razões que levaram à classificação pelo Governo daquele património como "bem de interesse nacional", disse hoje Carla Barros, do Centro Português de Fotografia.

Comentando a classificação, esta semana publicada em Diário da República, Carla Barros disse à agência Lusa que "o `Álbum Setubalense´, de Anthero Frederico Ferreira de Seabra (1821-1883), foi classificado pela raridade e qualidade das fotografias, mas também pela importância do autor na história da fotografia em Portugal".

Constituído por um conjunto de doze fotografias de Setúbal no século XIX, o `Álbum Setubalense´ mostra com era a cidade naquela época, através de vistas panorâmicas e de imagens das igrejas de Santa Maria e São Julião, ruínas do Convento de São Francisco, Praça de Palhais, antigo Liceu Municipal e Paços do Concelho.

Segundo Carla Barros, técnica superior do Centro Português de Fotografia, a utilização do processo fotográfico `albumina´ também foi um fator importante para a classificação das fotografias de Anthero Frederico Ferreira de Seabra como bem de interesse nacional.

"Trata-se de um processo fotográfico por exposição solar, que se caracteriza pela utilização de albumina (clara do ovo) e de nitrato de prata para tornar o papel mais sensível ao registo de imagens, através do contacto entre o negativo e o papel", explicou.

Estas provas fotográficas do `Álbum Setubalense´ foram, "seguramente, das primeiras fotografias efetuadas em Portugal, com o intuito de registar a topografia das cidades, como refere António Sena, autor da História da Imagem Fotográfica em Portugal 1839/1997", acrescentou.

O `Álbum Setubalense´, propriedade de um particular, permitiu complementar a documentação fotográfica sobre Anthero de Seabra, que já se sabia ter fotografado outras cidades, como Viana do Castelo, Guimarães, Braga, Porto, Coimbra e Lisboa.

Antero Frederico Ferreira de Seabra, 

Mais conhecido por Antero de Seabra, foi um destacado naturalista, publicista e académico, sendo considerado o mais célebre entomologista português da sua época. Em sua homenagem, ainda quando vivia, foram atribuídos nomes científicos, em âmbito internacional, a dois géneros de insetos hemípteros, "Seabrina" e "Seabranano (Seabranannus)".

Nascido em Lisboa a 20 de agosto de 1854, era filho de Antero Frederico Ferreira de Seabra da Mota e Silva (1821-1883), militar de carreira, e de sua segunda mulher, Rita Augusta da Silva (1836-1918). Era o mais novo dos seis filhos deste casal. 

Na medida em que o seu pai foi também um dos fotógrafos pioneiros de Portugal, pressupõe-se que tenha influenciado o filho para que se dedicasse, de forma amadora, a esta atividade. O seu interesse pela fotografia está aliás patente na variedade e na qualidade daquilo que produziu e acumulou para formar o seu acervo.

Foi completar o curso de Ciências Naturais em França, onde também frequentou o Museu de Paris, a Sorbonne e a Escola Prática de Altos Estudos. De regresso a Portugal, dedicou-se ao estudo das faunas metropolitana e ultramarina no então Museu Nacional de Lisboa, sob a orientação de Barbosa du Bocage, chegando a Conservador da Secção Zoológica do citado Museu (Secção esta que passou a ser designada, a partir de 1905, por Museu Bocage). 

No decorrer da sua vida profissional, a par da produção de uma considerável obra bibliográfica, ocupou postos relevantes, como o de assistente na Faculdade de Ciências de Lisboa; o de diretor do Aquário Vasco da Gama, no Dafundo (Oeiras); o de chefe da Secção Entomológica do Laboratório de Biologia Florestal; o de naturalista do Museu Zoológico e o de professor de Ciências Naturais, ambos na Universidade de Coimbra, onde se manteve até à reforma, recebendo inclusive o título de doutor “honoris causa” pela mesma Universidade.

iPhoto Fair — a primeira feira de fotografia online do mundo


Demorou para acontecer, mas aconteceu. Depois que o mercado de ensino de fotografia foi invadido pelos cursos online e pelos Congressos de Fotografia online, nada melhor do que esperar por uma feira de fotografia dentro dos mesmos moldes. E isso não é uma novidade vinda de fora. Segundo a iPhoto Editora (empresa que está capitaneando a novidade), o iPhoto Fair vai ser a primeira feira de fotografia totalmente online do mundo. Para quem nunca foi em uma feira a coisa é bem simples. São vários estandes com expositores que colocam seus produtos para serem apreciados. Você geralmente ganha uma sacola onde vai colocando todos os folders e brindes que são fornecidos nos estantes (geralmente oferecidos por mulheres lindas e que não entendem nada do assunto). O legal da coisa é poder conversar com os representantes das marcas e elucidar dúvidas ou fazer reclamações.

Mas, como isso funciona online? Você vai se cadastrar no site do evento e criar o seu avatar (que pode ser totalmente personalizado) e adicionar informações profissionais e de contato. A interface gráfica do aplicativo permite ver as pessoas andando no ambiente e ao passar o mouse pelos avatares você pode ver as informações de contato e, se quiser, iniciar uma conversa com essa pessoa. É possível fazer pesquisas sobre produtos e empresas e ser transportado automaticamente para o estande escolhido. Segundo o anúncio da empresa, os estandes são realistas e com espaços para projeção de vídeos, Você também pode colocar material publicitário da empresa em sua sacola virtual (na forma de arquivos pdf, fotos, imagens em 3D). Da mesma forma você pode visualizar os produtos que estão a venda e ter completas informações sobre eles. Se quiser conversar com um atendente, tudo pode ser feito via Skype. Fora isso, haverá um auditório com conteúdo exclusivo e palestras com grandes nomes da fotografia nacional. Ou seja, uma feira de fotografia completa.

Existem bons cursos, e também os horríveis que existem apenas para ficar com o seu dinheiro e oferecer produtos de qualidade questionável. Ou seja, depende de quem está organizando e a seriedade. A iPhoto é a mesma empresa que montou um congresso voltado para a fotografia de nu e sensual e um para fotógrafos de formatura. Ambos pareciam bombas, mas foram um sucesso. Então não custa nada olhar essa iniciativa com bons olhos. Um congresso ou uma feira são eventos que, tradicionalmente, ocupam grandes espaços e são realizados quase que majoritariamente nas grandes capitais. Com a participação online existe a possibilidade de todos visitarem o ambiente virtual da feira na comodidade de seus lares. Basta uma conexão com a internet.

O iPhoto Fair vai se realizar nos dias 7, 8 e 9 de abril de 2015. A participação é gratuita e você pode preencher um cadastro de visitante ou utilizar sua conta do Facebook, Linkedin ou Google+ para agilizar o cadastro. Quer saber mais informações? Então você pode acessar o site oficial do evento ou dar uma olhada no vídeo abaixo.

Sebastião Salgado regressa a Portugal com Génesis

A exposição daquele que é um dos mais importantes fotógrafos vivos ensaia uma aproximação às origens do planeta. Fotógrafo brasileiro levou oito anos a concretizar projecto, do qual também faz parte um livro e um documentário.

O último grande trabalho fotográfico de Sebastião Salgado, o projecto Génesis, vai ser mostrado na Cordoaria Nacional, em Lisboa, a partir do dia 8 de Abril. A exposição, com curadoria de Lélia Wanick Salgado, incluirá 245 imagens de grande formato captadas entre 2004 e 2011 nos lugares mais recônditos e desconhecidos da Terra. Desde que foi inaugurada em Abril de 2013, no The Natural History Museum, em Londres, Génesis já foi vista por quase dois milhões de pessoas (só em São Paulo, no Brasil, chegou aos 410 mil visitantes).

A concretização deste projecto (que terminou no final de 2011 no Pantanal, no Brasil) inscreve no extenso currículo de Sebastião Salgado (Aimorés, 1944) mais um ensaio com características épicas, depois do reconhecimento global obtido com Trabalhadores (1993), que documentou em todo mundo os sinais do desaparecimento de um modo de vida baseado na manufactura, eMigrações (2000), registo das deslocações em massa de pessoas, forçadas pela fome, desastres naturais, condições ambientais degradadas ou pressão demográfica. Por seu lado, Génesis (da raiz grega “nascimento”, “origem”, o primeiro livro da Escritura, aquele em que se narra a criação do mundo) procura os “lugares prístinos [anteriores, velhos] da Terra”, na tentativa de demonstrar que ainda existe “um planeta puro, grande e majestoso”.

Na promoção deste trabalho, o fotógrafo brasileiro não se tem cansado de dizer que o resultado destes oito anos de viagens por mais de três dezenas de destinos pode ser comparado a uma longa “carta de amor ao planeta”. Para além da descoberta de lugares que permanecem intocados ou que são pouco conhecidos, a jornada levada a cabo com Génesis significou também uma reconciliação de Salgado para com a arte que decidiu abraçar quando já tinha ultrapassado a casa dos 30 anos. Isto porque, depois de Migrações, Sebastião Salgado ponderou abandonar a fotografia, chocado com as condições de vida de muitos povos e com o número de mortes que viu à sua frente, especialmente no Ruanda. A ideia de captar a Natureza e a relação do Homem com ela no seu estado mais puro motivou-o de novo e deu-lhe a energia para levar a cabo a epopeia de Génesis, que mostra animais em liberdade, vulcões, icebergs, selvas, desertos e comunidades quase desconhecidas desde o Amazonas à Nova Guiné.

Para além desta exposição, o projecto Génesis já deu origem a um livro (com a chancela da Taschen) e a um documentário, “O Sal da Terra”, realizado por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado (filho de Sebastião), que estrou mundialmente no último Festival de Cannes, onde recebeu uma Menção Especial do Júri da secção Un Certain Regard. Em Portugal, o filme será estreado pela Midas no dia 9 de Abril.

A exposição Génesis em Lisboa (co-produzida pela Câmara Municipal de Lisboa, a EGEAC e a Terra Esplêndida) significa o fim de uma ausência de 15 anos de exposições do fotógrafo em Portugal, depois da inauguração de Migrações em 2000.

Kodak vai introduzir smartphone de marca própria para os amantes da fotografia

A introdução do primeiro dispositivo móvel da empresa vai decorrer já em Janeiro

A Kodak não vai ficar de fora dos smartphones. A empresa, uma gigante dentro do segmento da fotografia, vai introduzir o seu primeiro telemóvel de marca própria já em Janeiro, durante a Consumer Electronics Show.

A feira tecnológica anual, que decorre em Las Vegas, EUA, dos dias 6 a 9 de Janeiro, servirá de palco para a Kodak apresentar os seus planos em relação ao mercado mobile. A produção do aparelho, contudo, não deverá ficar a cargo da empresa.

Essa tarefa terá sido remetida para uma parceira da Kodak especializada na produção de telemóveis, a britânica Bullitt, responsável pela produção dos Caterpillar Phones. O smartphone será direccionado para as gamas mais altas do mercado e virá com funcionalidades pensadas especificamente para amantes da fotografia digital.

"A Kodak é uma das marcas mais reconhecíveis do mundo. É vista pelos consumidores como uma marca de qualidade e inovação", diz Olivier Schulte, CEO da Bullitt Mobile. "Pegámos nessa herança e usámo-la para inspirar uma gama de dispositivos com um design fantástico e que deixará os utilizadores tirarem óptimas fotografias”.

O aparelho deverá correr Android, ainda que seja de esperar uma interface personalizada para o ambiente Kodak. A julgar pelas declarações de Schulte, funcionalidades relacionadas com a partilha, edição e impressão de fotografias também deverão integrar esta proposta.

Esta também não deverá ser a única aposta da Kodak para este mercado. De acordo com a Bullitt há novos anúncios agendados para a segunda metade de 2015, incluindo um "telemóvel 4G, um tablet e uma câmara conectada".

15 finalistas do "Art of Building Photographer of the Year Award"

Bird’s Nest Puzzle Close-Up. Imagem © Mario Bejagan Cardenas
Quinze imagens, que vão desde um detalhe do Estádio Nacional de Pequim, de Herzog & de Meuron, a um retrato de um cemitério transformado em casa nas Filipinas, foram selecionadas como finalistas do concurso Art of Building Photographer of the Year. O público decidirá agora quem leva para casa o prêmio de £3,000.

“Há uma infinidade de estilos e estórias na final desse ano", disse Saul Townsend, porta-voz do Chartered Institute of Building’s (CIOB), entidade que promove o concurso. "Em um mundo repleto de tecnologia de cores de alta definição, a fotografia em preto e branco ainda inspira um grande número de fotógrafos."

Os quinze finalistas foram selecionados pelo corpo de jurados que inclui a editora e crítica de fotografia, Sue Steward, o premiado fotógrafo Matt Wain, e a editora da revista Construction Manager, Elaine Knutt.

De uma olhada nas 15 finalistas mostradas a seguir e não esqueça de votar em sua favorita antes do dia 11 de janeiro na página do concurso. A fotografia vencedora será anunciada no dia 05 de fevereiro.

Fotografia de 1926 mostra casal usando 'bastão de selfie'


Acessório do momento é visto em foto de 88 anos atrás feita por britânico. Neto do casal diz que avô nunca comentou nada sobre o bastão. Uma fotografia publicada pelo jornal britânico "Daily Mail" mostra um casal usando o popular "bastão de selfie", um dos acessórios mais desejados do momento, para fazer um autorretrato... 88 anos atrás. 

A foto é datada de 1926 e foi encontrada por Alan Cleaver, neto dos personagens da foto, em um álbum de sua família.

A foto, que tem quase 90 anos (ela foi feita em outubro de 1926), mede cerca de 5 cm e tem a inscrição "tirada por mim". De acordo com Cleaver, seu avô não fez muitas fotografias enquanto era vivo, "mas ele começou a tirar várias após se casar na década de 1920. Nós temos alguns álbuns de fotos daquela época e a maioria é bem entediante, mas então encontramos esta na parte de trás. Ele obviamente estava tentando algo novo".

Cleaver diz que seu avô nunca falou nada sobre o seu "bastão de selfie". "Eu não tenho ideia de como ele usou isso. Vários especialistas em fotografia discutiram sobre o que ele estaria fazendo. As câmeras daquela época funcionavam com o botão de disparo no lado do aparelho. Ele provavelmente estava usando o bastão para segurar a câmera na posição".

Os "bastões de selfie" ganharam bastante popularidade no último ano, no mundo. A revista "Time", inclusive, chegou a nomeá-lo como uma das maiores invenções de 2014.

Vencedores do National Geographic Photo Contest 2014


O concurso anual de fotografia da National Geographic terminou e já são conhecidos os vencedores nas três categorias a concurso: Bryan Yen captou a melhor foto na categoria Pessoas, Nicole Cambré, na categoria Natureza, e Triston Yeo na categoria Lugares.

Bryan Yen, fotógrafo de Hong Kong, venceu também o Grande Prémio, tendo sido considerada a melhor fotografia do ano com a obra “A Node Glows in The Dark”. O fotógrafo ganhou 10 mil dólares e a oportunidade de visitar a sede da National Geographic, em Washington DC, para participar no anual Seminário de Fotografia da ONG, a realizar-se em Janeiro de 2015. Yen afirma ter sentimentos contraditórios sobre a foto, que tanto pode mostrar a libertação permitida pela tecnologia como expor o facto de as pessoas já não se preocuparem em serem “seres sociais”.

Na categoria Natureza, Nicole Cambré, fotógrafa belga, venceu com uma foto que retrata a migração de gnus na Tanzânia. Por outro lado, Trinton Yeo fotografou umas termas em Budapeste, que lhe valeu a melhor foto na categoria Lugares.

No total foram avaliadas mais de nove mil fotografias com origem em mais de 150 países. Para além dos vencedores, foram ainda concedidas várias menções honrosas em cada categoria.

A National Geographic Society é uma das organizações não-governamentais (ONG) maiores do mundo que tem como missão inspirar, iluminar e ensinar as pessoas. A ONG acredita no poder da ciência e de como o storytelling pode mudar o mundo. A National Gepgraphic chega a mais de 600 milhões de pessoas em todo o mundo através das suas plataformas e eventos.

A todos um Natal de Luz e Harmonia e um Ano Novo cheio de Paz e Prosperidade !

Carlos Alves de Sousa / Presidente da United Photo Press

Caros membros, colegas, amigos e colaboradores em geral

Durante o ano de 2014, mais uma vez vocês foram companheiros da nossa labuta diária. No balanço dos dias pudemos contar com a força e o apoio de cada um de vocês, seja comparecendo às nossas actividades, seja nos ajudando na divulgação das nossas diversas acções, realizadas pelo mundo fora.

Nem sempre podemos agradecer um a um da maneira como gostaríamos ou como mereceriam, mas gostaria de registar que nestes 21 anos de Presidente da direção internacional da United Photo Press, me senti tão amparado e prestigiado por todos os meus colegas de trabalho no mundo inteiro, como nesta árdua empreitada de presidir a uma organização internacional com o prestigio reconhecido. O ano de 2014 pautou-se por dias de alegria, de partilha, de intensa caminhada, de grandes descobertas, uma harmonia que não pode ser traduzida em simples palavras. Seria preciso sentir, viver cada momento, ser cada movimento, para se ter a compreensão deste ano, a fotografia continua a ser mais do que alguns pensam e outros sonham...assim como o casamento...!

Como alguns membros mais directos da United Photo Press sabem, foram precisos 9 meses de trabalho continuo nos quatro continentes, para colocar a exposição e o livro internacional "WORLD 2014" no ar, que contou no total com 900 fotografias selecionadas de 300 fotógrafos e pintores da United Photo Press em todo o mundo.

O reconhecimento internacional veio pela "European Photo Safety ", na qual iremos apresentar a exposição fotográfica e o livro "WORLD 2015", assim como iniciar o ano de 2015 com uma exposição fotográfica e de pintura na Casa da Cultura de Setúbal, em Portugal.

Como o tempo é de reflexão e as mudanças climáticas que a todos nos afetam, já fazem parte do nosso dia-a-dia, a United Photo Press, sempre atenta e participativa nas "linhas verdes" da nossa página ECO | WORLD com uma grande componente ambientalista, vai preparar o projecto para 2015, juntamente com vários parceiros ambientais e outros, uma mega concurso internacional, para futura exposição e livro, denominado " ECO | WORLD " que fará parte a componente fotográfica e artes plásticas em todas as suas vertentes.

É Natal, o bom será afastar de nós a tristeza, e não nos deixarmos afligir com preocupações, o futuro a todos nós pertence... quero apenas agradecer a todos vocês pela caminhada destes 20 anos.

A todos um Natal de Luz e Harmonia e um Ano Novo cheio de Paz e Prosperidade !

Carlos Alves de Sousa
Presidente da United Photo Press